Rosana Bignami – nascimento da Giovanna

No dia 2 de agosto, às 2:14 hs nasceu a nossa pequena Giovanna, de dois pais babões e de uma família que aguardava ansiosa esse nascimento.

Acho que o relato do parto da Giovanna deve começar lá atrás, na gravidez da Isabella. O ano passado tive uma gravidez maravilhosa, sem nenhuma intercorrência, exames normais, evolução normal. A nossa Isabella era muito aguardada, por todos. Quando começou a chegar no final da gravidez, os amigos e a família (que são muitos e numerosos, família italiana, imagina), começaram a perguntar “para quando?”, como sempre fazem. Cada dia que passava e o dia chegava, as perguntas aumentavam e todos se perguntavam? “porque não marca logo essa cesárea?”

Eu já havia trocado de médico lá pelas 30ª semana pois o médico anterior tinha anunciado uma cesárea (imagina mãe com 41 anos, após o primeiro parto 10 anos atrás, fazer parto normal??? Isso não lhe pertence mais… rsrsrsrs). Bem, tinha trocado de médico e tinha ido fazer uma consulta na 38ª semana. Tudo normal. De repente, algo aconteceu. Não sei dizer quando, nem porque, simplesmente aconteceu.

A Isabella parou de se mexer. Acho que tive a sensação de que não estava bem, mas fiquei adiando ir ao médico, pois tinha exame no final da 39ª semana. Esperei, esperei e nada da Isabella se mexer. Fomos ao hospital numa quarta-feira, dia 28 de julho e foi quando soubemos que nossa querida filhinha não estava mais viva. Porque, ninguém sabe. Provavelmente um cordão muito pequeno. Bem, dia 29 de julho, após 24 horas de contrações sem dor, induzidas pela ocitocina e depois de 15 minutos de contrações alucinantes de dor, tive o nascimento normal de minha filha, em hospital.

Isso foi há um ano atrás. Resolvemos que iríamos engravidar novamente, para ter um outro bebezinho. Nosso médico liberou no 4º mês após o nascimento da Isabella. Bem, passamos o natal já grávidos e muito felizes. Foi então que começaram as dificuldades da gravidez da Giovanna. Tive vários sangramentos no início, com ameaça de aborto, até que, lá pelo terceiro mês o médico decretou: repouso total. Motivo: placenta baixa e descolamentos. Isso nos deixou bastante preocupados, o que motivou mais ainda ao repouso. Devido a isso, tive uma gravidez bem controlada, vários exames, muito stress, pouco movimento, muita ansiedade, pouca grana… rsrsrsrs, pois entrei na “caixa”, enfim, isso foi indo até por volta do 7º mês, quando voltando ao médico, para mais um controle ele constatou que a placenta já estava normal (tinha subido), os exames normais, pressão normal, etc. Fiquei muito contente, pois pensei que iria voltar para casa e poder me movimentar. Foi quando o médico disse: bem, lá pelo dia tal eu tiro o bebê daí. E não me liberou para sair da cama.

Cheguei em casa aos prantos, quase me divorciei rsrsrsrs, de tanto stress. Achei que eu era incapaz, velha, um traste que não servia nem para parir, a coisa mais básica que uma mulher pode fazer. Lembro que chorei o dia todo. Mas, depois me lembrei da Ana Cris e da lista Materna. Resolvi contatá-la para saber uma outra opinião. E foi aí que as coisas mudaram, para melhor. Ou seja, conhecemos o Dr. Marcos Tadeu Garcia, que nos atendeu e imediatamente mudamos de médico. Daí logo pude voltar a caminhar, sai da cama, pois o Dr. Marcos viu pelos exames que tudo estava normal e até me incentivou a voltar às atividades. Me lembro do medo que senti, pois todas as vezes que eu tentava caminhar no começo da gravidez, vinha um sangramento… então fui aos pouquinhos, mas depois de uma ou duas semanas, tudo andava bem…. e retomei as atividades de casa, pois ao trabalho já não podia mais voltar… Os exames foram sendo feitos e tudo normal. A única coisa que me deixava ainda meio “em dúvida” era um “golf ball”, que tinha aparecido em um dos exames, mas todos os médicos diziam que isto era apenas um indicador, nada poderia ser confirmado.

Meu filho maior tem uma cardiopatia, então falando com o Dr. Marcos ele achou melhor fazer um ecocardio fetal. Fizemos e tudo bem. Bom, não pensei mais nos resultados e me concentrei em curtir o final da gravidez. Estava tudo bem quando lá pelo 8º mês, 35ª semana, quando o bebê resolveu ficar “de ladinho”, ou seja, não estava na posição de nascer… rsrsrs… Entrei novamente em pânico, pois pensei, “já era meu parto normal”. O Dr. Marcos decretou: “muita caminhada e muita água”. Nem me lembro quanto eu bebi de água, mas foi muita… rsrsrsrsrsrs… além de reza para São Judas Tadeu. Não sei dizer ao certo o que foi, mas deu certo… nosso bebê resolveu se posicionar direitinho. Numa das últimas consultas festejamos, ele estava cefálico…. uebaaaaaaaaa…. aí era só aguardar.

Nessa consulta o Dr. Marcos, na 36ª. semana, ele disse que estava já com mais ou menos 3 cm de dilatação e disse para ficar “de alerta”, pois o bebê iria nascer logo. Marcou para voltar na 37ª. semana. Voltamos e ele me examinou de novo e a dilatação estava maior.

Mas eu nem sentia as contrações, para dizer a verdade. Como mudamos de casa recentemente, com filho maior, alguns trabalhos que faço em casa e tudo o mais, acho que com a agitação eu nem sentia as contrações. Só sei que na consulta do dia 28/7 (38ª semana), marcamos para voltar dali a uma semana, ou seja, seria no dia 3/8, mas o Dr. Marcos disse: “acho que a gente não se vê mais aqui no consultório”. Eu não acreditei muito e fiquei quieta. Bem, no final de semana que seria dia 30 e 31/7 tive umas contraçõezinhas bem leves, sem dor, um pouco mais freqüentes e telefonei para o dr., mas dizendo que não iria “estragar” o final de semana dele… rsrsrsrs… e de fato, nada mais aconteceu. Começou a segunda feira normal. Eu tinha umas traduções enormes para fazer em casa (sou professora e tradutora) e passei o dia todo entre o computador, a casa, levantando, sentando, caminhando, bebendo água e nada de dor.

Mas me lembro que eu parecia um tigre enjaulado, sabe quando o tigre fica de um lado para o outro e não consegue ficar quieto… parecia isso, eu não conseguia ficar num lugar parada, andei o dia todo para cima e para baixo na casa. Contrações esporádicas (seriam os pródomos??). Bem, terminou a tarde e eu pensei, quarta feira temos consulta, vamos ver no que dá. Minha cunhada telefonou às 18:00 hs para saber se tinha novidades (a família ligava todo santo dia para saber se tinha entrado em trabalho de parto… rsrsrsrs, muitos perguntavam se não era hora de marcar a cesárea… se não estava atrasado… se o bebê se mexia, pelo fato de a gente ter perdido a Isabella o ano passado, eu ficava num stress danado, nem digo…)… bem, me lembro que respondi para ela que eu estava bem, sem dor nenhuma… mas comecei a pensar nas contrações (sem dor), que eu achava que estavam ficando mais rítmicas, mas nada demais. Às 19:00 hs, meu marido chegou em casa e falei para ele que eu achava que estavam tomando ritmo as contrações, daí começamos a controlar… Realmente, estavam… Liguei para o Dr. Marcos e falei: “as contrações estão de 20 em 20 minutos, às vezes de 15 em 15 min, mas não sinto mais nada, nem dor, nem nada”.

Ele esbravejou… (rsrsrs), dizendo, que nem sempre se sente dor, mas que era para eu ficar controlando, pois ele achava que iria ser logo, para eu não bobear… e eu ali, tranqüila, pensei (que nada, não estou sentindo nada… vai demorar)… Bem 20:00 hs, contrações mais regulares ainda, de 10 em 10 min, quase no máximo 15 em 15 minutos… daí, comecei a acreditar que estava em trabalho de parto… liguei para o Dr. Marcos e ele pediu que eu corresse para o hospital (eu acho que ele estava mais preocupado do que eu… na verdade, eu não acreditava que estava em trabalho de parto, pois não senti nenhuma dor)… e ligar de lá para ele. Bem, pegamos nossas coisinhas, malinha, etc… muito tranqüilamente (até aí eu achava que ia voltar para casa, por alarme falso… eeheheehhe), fomos para a Pró Matre.

No carro, as contrações aumentaram, 7 em 7 minutos, 5 em 5 min… mas ainda sem dor. Cheguei no hospital e lá pelas 21:00 hs a obstetra ligou para o Dr. Marcos e disse que eu estava com 5 para 6 cm de dilatação e me levaram para o quarto… Logo depois chegou o Dr. Marcos e ficamos ali conversando, eu andando de um lado para o outro, vinham as contrações e nada de dor (e eu pensando, isso vai demorar). O Dr. Marcos deu umas boas risadas quando me viu ali e falou (eu não disse que a gente não ia se ver mais no consultório??!!). Bem, ficamos ali conversando, ouvindo música, ele perguntava se eu não queria ir para a banheira… se não estava sentindo nada. E eu nem aí, nada de dor, nada de nada. As contrações vinham freqüentemente, mas nada.

Lá por volta da meia noite estava andando ainda de um lado para o outro, quando de repente senti algo que “desceu”. Eu estava de pé e pus a mão lá embaixo… rsrsrsrs assustando o Dr. Marcos. Ele me disse para deitar rapidinho, e me examinando disse que a bolsa tinha rompido. Bem, por volta da meia noite e meia é que as coisas começaram a pegar. A dor apareceu e bem forte, bem forte mesmooooooooooo. Eu não conseguia mais andar e fiquei ali aguardando. As contrações aumentaram muito e ficaram fortes e intensas. À 1 hora a dilatação estava total, foi aí que o bicho começou a pegar, eu amarelei de dor, perdi as forças, acredito, pois estavam realmente bem fortes. Foi quando eu pedi a analgesia, mas a equipe do Dr. Marcos estava longeee dali… rsrsrsrsrs… me lembro que ele perguntou várias vezes se eu queria realmente, pois ele disse que já estava para nascer, que tudo estava indo bem, mas eu não estava agüentando, foi tudo muito de repente e muito forte.

Para quem estava completamente sem dor, durante a dilatação, de repente uma dor tão forte, me botou para baixo. Bem, a equipe só chegou à 1:30 hs mais ou menos e logo fizeram a analgesia, o que me aliviou bem, e também, depois conversando com o Dr. Marcos ele disse que o bebê estava meio posicionado “preso” num músculo, que não me lembro bem que posição era, mas que estava atrapalhando só um pouquinho, mas era esse pouquinho que eu não estava agüentando, daí a analgesia ter me ajudado muito nesse finalzinho.

Foram mais algumas contrações e nossa Giovanna (até aí não sabíamos se era menino ou menina) nasceu, às 2:14 hs, linda, fofa e forte. Chorou muito rápido (apgar 9/10), muito gostosa e logo foi para o seio para sentir o calor da mãe. Meu marido chorou de alegria ao ver nossa filhinha ali tão linda e tão bem. Até aquele momento ele estava na expectativa de ter uma menina, pois era o sonho dele (engraçado isso, pois em geral os homens querem menino, mas para a gente ver que nem sempre é assim… os papais também deliram com uma menininha),… meu marido me apoiou muito e a presença dele no quarto foi fundamental, principalmente para eu massacrar a mão dele nas contrações… rsrsrsrs… Foi tudo tão rápido que não tive oportunidade nem de experimentar a famosa banheira do hospital… nem de olhar para os quadros, nem de me estressar com as atendentes, nem de pensar em nada, mas me lembro de alguns detalhes que foram fundamentais no parto.

A tranqüilidade do Dr. Marcos e mais do que isso, o companheirismo dele, se é que se pode simplificar assim a presença de um profissional que além de competente e humano demonstra bem mais do que isso, demonstra uma preocupação transcendental, algo que fica difícil de descrever, mas que faz com que eu me lembre do parto como um dos momentos mais preciosos de minha vida e não digo isso porque deu tudo certo, digo isso, porque só me lembro de tudo o que deu certo, das coisas que aconteceram “errado”, que certamente acontecem em todo parto, e que são imprevistas , nem me lembro, nem fizeram a diferença (alguns pontos que tiveram que dar, o rompimento de um músculo, a dor fortíssima, o ambiente hospitalar, enfim, alguns detalhes, que ficam para trás diante do calor humano e da competência emocional).

Ficaram marcados também a presença do anestesista e da assistente do Dr. Marcos que foram fundamentais, muito importantes mesmo… (meu marido até comentou que ficou com ciúmes do anestesista, rsrsrsrs, de tanta atenção que ele me dava durante o trabalho do parto)… também ficou marcado o momento em que vi o rostinho de minha filha me olhando no peito e vi que era uma menina. Também ficou marcado o momento em que o irmãozinho (hoje com 10 anos), falou: ”ela nasceu” (perplexo, pois o ano passado a nossa bebê tinha morrido, e ele tinha ficado com medo de perder essa também). Como diz a propaganda, isso não tem preço. Tudo o mais ficou para trás e com certeza me esqueci de algum detalhe importante, que talvez com o tempo volte à tona, mas que diante do nascimento de nossa princesa, são meros detalhes.

Pós parto.

Acho que nesse momento, passados quase 40 dias do parto, consigo fazer uma reflexão, pois as primeiras semanas foram punk e só hoje que consigo escrever e parar dois minutos. Os primeiros dias foram felizes e também tristes. Não posso falar, na verdade, em tristeza, mas o melhor seria dizer surpresa misturada com medo. Mas, que agora, seguramente já passou e por isso que me sinto à vontade de falar disso. Nossa filhinha nasceu com Síndrome de Down. Ficamos sabendo disso logo nos primeiros momentos, eu estava já no quarto aguardando que ela chegasse para ficar ali conosco, logo na manhã, para a primeira grande mamada… rsrsrsrsrs, quando o pediatra falou e disse que havia uma suspeita (imediatamente me lembrei da Translucência nucal, que estava dentro dos limites, mas para mim, parecia grande perto dos meus outros filhos, e do golf ball que tinha aparecido e que era um indício da síndrome em mulheres com mais de 35 anos – tenho 42 – e pensei comigo, eu também tinha as minhas suspeitas, mas ninguém acreditava em mim…rsrsrsrsrs, esses dados na verdade só complementavam cientificamente o que eu sentia maternalmente, a Giovanna se mexia diferente dos meus outros bebês, como explicar isso para os médicos….???? rsrsrsrs

Eu não sabia explicar, mas algo dentro de mim dizia que ela era diferente). bem, os exames de cariótipo foram feitos e a suspeita foi apagada, confirmando a síndrome. Os primeiros momentos foram de medo, misturado com incredulidade, mas hoje, passados esses 40 dias, posso afirmar que estou feliz como nunca estive pelo nascimento da Giovanna. Ele teve alguma dificuldade para mamar nas primeiras semanas e só com muita insistência nossa e a ajuda da Fabiana que conheci por indicação da lista Materna é que conseguimos que hoje nossa Giovanna mama feito uma louca… rsrsrsrs e direitinho a danada… sem nenhuma integração, coisa que logo no inicio quiseram fazer, pois ela não ganhava peso. Mas depois nose informando melhor e tendo conhecido a pediatra dela, que é uma santa e que trabalhou na APAE muitos anos, é geneticista e além disso, mãe, vimos que a Giovanna só precisava de tempo para se adaptar. E foi o que aconteceu, na 3ª semana ela começou a ganhar peso e mamar normalmente.

Despedida

Gente, agora que passamos tudo isso e que voltamos para dar um oi, também vamos nos despedir, pelo menos da lista (da Materna e da abcdoparto, das quais participamos, mas que agora realmente não vou conseguir mais seguir, como seguia antes, por varias razões, algumas delas vocês já conhecem: nossa bebê, que exige muito mais tempo do que eu consigo dar… rsrsrsrsrs, nosso computador que realmente precisa ser trocado com urgência, mas que ficou para trás, pois os gastos que estamos tendo ainda são maiores do que os ganhos…, outras listas das quais pretendo participar agora, nesse momento tão importante da vida da Giovanna).

Mas antes de deixar as listas quero agradecer: antes de mais nada a Deus por ter-nos dado a nossa princesinha e ter-nos feito conhecer tanta gente que nos ajudou muito,mas muito mesmo. Agradecimentos especiais vão, por ordem de conhecimento, mas não de importância, pois importantes foram todos, na mesma intensidade: a Ana Cris, por ter-me ajudado tantas vezes, quando chorando eu ligava para ela dizendo: de novo, querem marcar cesárea, ninguém merece… ao Dr. Marcos, do qual vou me lembrar sempre pelas consultas longas, cheias de explicações, bom bate papo, nenhum estress, tudo muito tranqüilo, os vídeos no computador, a carinha do filho dele na tela, meu filho que ia conosco algumas vezes observando tudo, meu marido ali do meu lado, sempre presente nas consultas, esperando comigo…, tudo muito alegre e pelo momento do parto, inesquecível (dr., principalmente inesquecível o susto que o sr. tomou quando eu disse: acho que desceu algo!!, no momento do rompimento da bolsa… rsrsrsrs), agradeço também a equipe do Dr. Marcos, sem igual, sem palavras, algumas pessoas que foram marcantes na lista para mim, foram varias, que eu não teria condições agora de citar, mas quero citar somente duas: a Andréa, mãe do Ian, da lista materna, cujo apoio on line foi tantas vezes importante para mim e a Patrícia russo, pelas vezes em que falamos de nossos bebês perdidos, nunca irei me esquecer.

Gente, agora nós vamos continuar aqui na nossa caminhada, do qual o parto foi somente um ponto de parada, marcante e do qual iremos nos lembrar com muito carinho e de todos vocês. Vamos nos dedicar agora a nossa Giovanna e a outras coisinhas da vida que vocês todos sabem e conhecem bem. Agradeço enfim a minha família, meu filho, meu marido que foi mais do que simplesmente companheiro, foi parte na minha gravidez e do parto, foi e é parte integrante da vida da Giovanna, minha e do meu primeiro filho.

Gostaria muito de continuar conversando com vocês, quem puder me escrever peço que me escreva no meu email, pois não poderei continuar a ver as listas, infelizmente, pelo menos por um tempo, ate que eu arrume a casa (tá uma bagunça danada, as traduções atrasadas, as roupas para passar, meia parede pintada, meio banheiro feito,… etc). Meu email, para quem puder e quiser escrever é bignami@uol.com.br.

Beijo grande a todos/todas e desejo um bom parto , que seja tão feliz quanto foi o meu.

Rosana (42 anos, 3º parto normal hospitalar, dando de mamar o dia todo, Giovanna, 40 dias, linda, fofa, gata, gostosa, mamando o dia todo).